10 belos filmes sobre solidão e autoconhecimento que valem cada segundo do seu tempo

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Assim como existe uma grande diferença entre tristeza e depressão, solidão e estar só não são a mesma coisa, embora façam parte de um modelo de comportamento semelhante. Grosso modo, pode-se dizer que a solidão está para o estado depressivo assim como a individualidade está para a tristeza. Solidão e depressão se retroalimentam em grande medida: solitários são quase sempre deprimidos, ainda que não seja incomum se desenvolver um quadro de depressão em meio a um monte de gente. Solidão é a gente em excesso, e como todo excesso, é nociva — malgrado provoque o instinto sensível do artista e daí saiam trabalhos de primeira grandeza. A Bula pinçou dez filmes para a gente refletir sobre as novas formas como o mundo se apresenta para nós e em como a incapacidade de compreender as irrefreáveis mudanças da sociedade em que vivemos gera a condição patológica do isolamento. “Ela” (2013), do diretor Spike Jonze, que encabeça a lista, fala justamente sobre isso: um homem que, sem entender as complexidades do amor real, acaba se apaixonando por uma máquina. Por outro lado, há quem tome a solidão por um meio de se autoconhecer e, dessa forma, procurar quem esteja na mesma vibe, mas não faça questão de continuar só. É o caso da animação “Mary e Max — Uma Amizade Diferente” (2009), de Adam Elliot, boa pedida para desapegar da misantropia e da descrença de tudo. Os filmes estão postos do mais recente para o mais antigo e não seguem nenhum critério de classificação. Solidão? Que nada!


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